Film Programs // Programas

2019

 

// Derrubada, não!//

 

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// pt //

Projeção do novo filme de yann beauvais, Derrubada, não! organizado no ciclo do grupo História da Experimentação e da Crítica- da USP de Rubens Machado Jr. A sessão programada por Ж teve a presença de yann e de Edson Barrus e uma conversa com o pesquisador e curador Lucas Murari.

/ eng /

Screening of yann beauvais’ new film work, Derrubada, não! at Centro Maria Antonia, São Paulo University. Part of the film cycle, History of Experimentation on Critic and Cinema (HECC) held by professor Rubens Machado Jr.  The screening  programmed by Ж had yann and Edson Barrus in presence and a conversation after the screening mediated by the researcher and curator Lucas Murari.

 


//  Homenagem a Jonas / Homage to  Jonas //

 

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@viva_jonas (instagram)

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_26.04.2019 _

Cinemateca do  Museu de Arte Moderna MAM  _ Avenida Infante Dom Henrique,85 – Parque do Flamengo Glória Rio de Janeiro

16h20 – LINGUAMETRAGEM (Languemetrage)  Abertura do processo de transcriação /   Open trancreation process

RIVΞЯΛO, .txt texto de cinema, Fernando Akira, Dovilė Aleksaitė, Raphaël Maureau & 丸山徹也 ‐Tetsuya Maruyama.

18h30 – ZEFIRO TORNA OR SCENES FROM LIFE OF GEORGE MACIUNAS (30 min 16mm/1992) Jonas Mekas

-VIVA JONAS! txt texto de cinema (2min / digital/2019)

19h30 – GUNS OF TREES (87 min / 16mm /1962) Adolfas Mekas & Jonas Mekas

_05.05.2019_ 

Centro Cultural do Banco do Brasil_CCBB -SP _ Rua Alvares Penteado, 112- Centro São Paulo

17h30 -AUDIO PERFORMANCE – Xamã dos Desenhos Animados (Cartoon Chaman) Arma Agharta (Lituânia)

18h – GUNS OF TREES

Adolfas Mekas & Jonas Mekas (87 min / 16mm/1962)

20h20 – ZEFIRO TORNA OR SCENES FROM LIFE OF GEORGE MACIUNAS (30 min / 16mm/ 1992) Jonas Mekas

-VIVA JONAS! .txt texto de cinema (2min / digital/2019)

 

Programa: Ж

Projeto + realização: .txt texto de cinema

Parceria: Consulado Geral da República da Lituânia em São Paulo

Apoio: Centro Cultural Banco do Brasil – São Paulo, Cinemateca MAM – Rio de Janeiro

Este evento forma parte do Festival LABAS na Fundação Ema Klabin.

 

 


2018

 

Programa desenvolvido no contexto do grupo de pesquisa Cinema Físico, no Fab Lab da Vila Itororó em São Paulo.

Orientado a escuta dos práticos (cineastArtistas)  e visualização de filmicas que usassem o filme pretexto, como dado (banco de dados), como suporte ou como materialidade.

A proposta foi colher possíveis formas e usos desejaveis  para a construção/impressão da máquina digitalizadora de filmes analógico (16mm) em etapa de prototipação.

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// Nakba’s 70 years/ Nakba – 70 anos //

 

O programa ocorreu como evento de solidariedade aos 70 anos da “Nakba”,a catástrofe  Palestina.

Ele se compôs de dois trabalhos do cineasta yann beauvais-  “War on Gaza” (2009) e  “basta “(2018) – e propôs articular a reincindência da “questão Palestina” na prática de yann com a noção de “permancer com o problema” [staying with the trouble] de Donna Haraway .

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2017

 

// NOOSFERA +  //

NOOSFERA + pretende ser um espaço de tensionamento da esfera pública num contexto da vida capital e extrema mediatização dos processos de comunicação. O cinema como um espaço mas também como um contraespaço. Arena para programas de programadores anunciando o fim dos especialismos e travas todas. Agregados-programas como um levante!

Programar programas, programadores, não só aparelhos. Somos todos grupelhos(?) (F.Guatarri)
¡Ah! descolonização dos curriculos!
Tekoha!
Desprogramar as cinefilias e viver a arquitetura da tela-filme além do semi-circulo… espaço outro.

Parlamento dos corpos….

A atividade ocorre por meio de convites para que diferentes pessoas- ativas, gente viva! – façam programas- que ocupem por uma noite o cinema da Matilha Cultural.

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Nomes +

– Attraktor Zeros (Pedro Paulo Rocha)- Artista transmídia e cineasta trabalha com multilplas linguagens e formatos, criando multiplataformas de conexão entre o espaço real e o virtual/ o corpo, a cidade e a tela.

-coletivA ocupação + Martha Kiss Perrone- A ColetivA Ocupação é um encontro entre diferentes corpos que se conheceram durante as ocupações de 2015, 2016 : secundaristas, estudantes, atores, dançarinos e performers.

– Martha Kiss Perrone é atriz e diretora de teatro.
Dirigiu a performance ” Só me convidem para uma revolução onde eu possa dançar” com secundaristas que ocuparam suas escolas,que se apresentou na MIT – Mostra Internacional de Teatro de São Paulo. Trabalhou como colaboradora de roteiro e diretora de arte nos filmes Elena e Olmo e a Gaivota de Petra Costa.

–Iulik Lomba de Farias- cineasta e educador em comunidades indígenas guaranis, terenas e outras. Filmou ”O Veneno da Piraúna” com Sérgio Santeiro e ”O Cavaleiro Elyseu”.

– Isam Ahmed Issa- palestino radicado no Brasil é poeta e ator.Atuou no filme “Era o Hotel Cambridge” de Elliane Caffé.

– Elaine Bortolanza, representando a Daspu- Criada em 2005 para dar visibilidade para o movimento e sustentabilidade às ações da organização Da vida, fundada na década de 90. Na junção da arte com o ativismo. Daspu é uma provocação para que possamos cavar espaços e criar territórios de existência a todos que exercem o trabalho sexual, revelando assim as conexões da prostituição na relação com o outro, com o espaço público, a arquitetura social, política e afetiva da cidade.

 


 2016

// Dobra International Experimental Film Festival  //

Panorama  _ _ f i n _ _ _

                  04.09.16. Cinemateca Rio de Janeiro, Brasil

Filmes

Kapital” – Issac Julien. 31′

Schismes” – yann beauvais. 9 ‘

“I Live in Fear- Record of a Living Being After March 11” – Nina Fischer / Maroan el Sani. 30′

“ES – Estado Evangélico “ – Alice Dalgalarrondo/ Antonia Cattan. 25′

Retrato de Karl Marx como um Jovem Deus” – Gernot Wieland. 1′                                

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               Panorama  _ _ f i n _ _ _

Texto  catálogo-  II Dobra Festival Internacional Cinema Experimental

O real tomado como processo material, dinâmico e não linear se dá por agenciamentos de estruturas com consistências singulares.

Matéria-energía-informação em fluxo.

Rochas, ventos, germes, palavras (filmes?) seriam vias diversas de um fluxo único da matéria energia que expressa a si mesma. (M.Delanda).

No passo bio/geo/socio/lógico desse mundo o metal- material da acumulação originária – ente desse complexo sistema terra operou como um atrator estabilizando fluxos, dando base material para relações e equivalências entre entes dissemelhantes: o dinheiro. Operação intensificada, transformada num complexo fluxo totalizante, variável e abstrato: o capital.

O sistema-terra saturado, seus corpos exaustos e desejantes indicam um limite, apontam o dedo – Polegarzinha? (M.Serres) – para uma mudança crítica em curso/fluxo – antipolítica? – uma bifurcação.

Os corpos – materiais estáveis desse complexo sistema- de ordem finita (tempo de vida, de sono, capacidade de concentração e cognição) se vêem expostos/atravessados por elementos de tendência infinita: valor.

A abstração responsável pela produção do valor no sistema (semio)capitalista se radicaliza ao perder completamente sua base material.

Nela se ignora a corporalidade do trabalhador, bem como a qualidade e a utilidade do objeto resultante do trabalho. O modo de produção contemporâneo do capitalismo se instaura portanto na dimensão imaterial no qual todo ato de transformação pode ser substituído por informação e o processo de trabalho se realiza através da recombinação de signos”.

O programa proposto: _ _f i n _ _ _ é parte de uma pesquisa-prática em curso.

Ele propõe dar visibilidade as consistências, as formas de viver, de se alienar e de resistir no (semio)capitalismo. Convida a todos a entrar num jogo de forca – violento e infantil- em que independente do resultado estamos todos – terranos e mundanos – implicados.

_ _ f i n _ _ _ opera como um exclamação, reminiscência ou ritornelo para um diálogo chave trazido por Waman Puma de Ayala no “El Primer nueva coronica y buen gobierno (1612-1615)”.

Nele um índio (Wayna Qhapaq) pergunta a um “branco” (Candia) – nesse caso um espanhol – mas que podria ser qualquer inimigo (não indio)- ou qualquer um do “nosso” povo da mercadoria (D.Kopenawa):

-Wayna Qhapaq: ¿kay quritachu mikhunki? (Comes esse ouro?)

– Candia: Esse ouro comemos.

Catálogo // Catalog

https://festivaldobra.com.br/2018/wp-content/uploads/2018/09/Catalogo_DOBRA_2016.pdf

 


 

// Socio-enviromental Film Screening  /
// Mostra Socioambiental de filmes  //

// ENG //

The Socio-enviromental film show happened in 2016, in northeast of Brazil. The aim of the showing was to generate thought on the relations between landscape, inner spaces, mankind and animality in the Anthropocene. Gathering films, a round table and an installation was focused in the development of thought and decolonized perspectives about the current degradation state in the whole socio-enviromental context in which the showing occurs, the Pernambuco state in Brazil.

The two programs (Animal qualque(e)r & Cidade da Si/elva) articulate films from yann beauvais, Mike Hoolboom, Claudio Caldini, Duke and Battersby with women filmmakers like Cherry Kino, Juliana Dornelles, Rai Sacramento, Renata Claus and  a site-specif instalation by Carla Lombardo,  in order to create interconnections between gender, sexuality, nature and cultural dimensions.

// PT //

A Mostra Socioambiental de Filmes se dedicou a gerar pensamento sobre as relações entre paisagem, espaço interior, humanidade e animalidade no Antropoceno. Agregando filmes, uma mesa-redonda e uma instalação a proposta foi desenvolver idéias e perspectivas descolonizais sobre a estado corrente de degradação completa no contexto socioambiental no qual a Mostra ocorre, Pernambuco-Brasil.

Os dois programas (Animal qualque(e)r e Cidade da Si/elva) articulam trabalhos de yann beauvais, Mike Hoolboom, Claudio Caldini, Duke and Battersby, com cineastas mulheres como Cherry Kino, Juliana Dorneles, Rai Sacramento, Renata Claus e uma instalação de Carla Lombardo a fim de criar interconexões entre as dimensões do gênero, sexualidade, natureza e cultura.

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Dia_1 _ Programa Animal qualque(e)r 

Mulher não é objeto. Humano não é coisa.“Coisas de viado”. Homem: “um animal de linguagem”, e aqueles sem? Homem-animal, animal humano ameríndio. A vida como fluxo de inter-relações no sistema terra.

Filmes:

S/t / Claudio Caldini / 2’ 50

Amor com a cidade / Juliana Dorneles /15’

Trecho do “Indio cidadão” / Ailton Krenak / 4’

Scrapbook / Mike Holboom 18’

Lesser Apes / Duke & Battersby / 12’

Dixon / Rai Sacramento e Dixon / 3’

Ensopado de coelho / Pollux / 17’

 


Dia 2_ Mesa redonda e filmes

Mesa

Milícia, remoções e redução da possibilidade de vida no território de Suape.

Convidados: Representantes do Forum Suape / Conceição (Advogada da CPT)/ Seu Biu (residente da ilha de Tatuoca) / Nau (Pescador Colônia z-9, Gaibu)/ Mercedes Solá Perez (Doutora um Geografia_ UFPE) Audio da Mesa Redonda “Milícia, remoções e redução da possibilidade de vida no território de Suape. 

Programa Cidade da S /elva 

A cidade como selva, a selva como nome comum: Silva. Os povos da/do Silva, povos da floresta, transpostos à selvas de cimento. Não há pedras nessas selvas. As etno-paisagens em metamorfose e os rastros do homem na terra se inscrevem como marcas irreverssíveis. A medida possível do dano: uma era geológica.

Filmes

Spetsai / yann beauvais / 15’

Tempo, Espaço, Gaibu / Rai Sacramento / 10’

Heliografia / Claudio Caldini / 5’

Silvia Shade / Cherry Kino / 4’

Exília / Renata Claus / 23’

Instalação de intervenção no território.

“Refúgio made in China” –  Carla Lombardo (link)

A vida na terra lembrada e fantasiada em plástico.


Programador da Mostra e Mesa: Ж

+ em:

https://expcinema.org/site/es/tags/mostra-socioambiental-de-filmes

 


2015

2º cartaz pag web


// Film Program for Imagem-Pensamento in Bcúbico, Brazil / Programa de filmes para Imagem-Pensamento em Bcúbico, Brasil //

 

Programers / Programadores  – yann beauvais + Ж

 

// Reminicences to a Journey to Lithuania // Jonas Mekas, 1972, 82′ (legendado em português)

// Imitations of Life, Mike Hoolboom, 2003, 21′ + Nostalgia, Hollis Frampton, 1976, 36′ ( legendado em português)

// Programa Peter Rose //

Secondary Currents, 1982, 17′ (legendado em português) + Metalogue, 1996, 3′ + Odysseus in Ithaca, 2006, 5’20 + Solaristics, 2013, 10′ + Studies in Transfalumination, 2008, 5′

// Reassemblage // Trinh Minh-ha, 1982, 40′ (legendado em português)

// De la servitude moderne // Da Servidão Moderna //Jean François Brient, 2013, 52′ (legendado em português)

// Pink Narcissus// James Bidgood, 1971, 65′

// Line Describing a Cone, Anthony Mc Call, 1972, 30′ + Conical Intersect, Gordon Matta Clark, 1975, 18’40 //

// The Deadman Peggy Ahwesh & Keith Sanborn, 1989, 36′ (legendado em português )

// Nikita Kino, Vivian Ostrovsky, 2002, 41′ (legendado em português)//

// Curtas  Jonas Mekas //

Travel Song, 1967-81, 25’, The Song of Assissi, 1967, The Song of Avila, 1967, The Song of Moscow, 1970, The Song of Stockholm, 1980, The Song of Italy, 1967

Posters

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